Maze Runner, do James Dashner

Hey pessoas!

 

Terminei de ler a série Maze Runner do autor James Dashner e estou aqui pra contar pra vocês como foi a minha experiencia.

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Quem acompanha o blog sabe que comecei a ler “Correr ou Morrer” logo no inicio do ano. Eu estava super empolgada, pois tinha assistido o filme no cinema e não conseguia aguentar de tanta curiosidade pra saber mais sobre essa história. Até meu namorado gostou do filme e ficou interessado em ler os livros.

 

‘Correr ou Morrer’ foi o livro que li mais entusiasmada, eu queria ver as diferenças que tinha em relação ao filme.

 Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam ‘A Clareira’, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr… correr muito.

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Minha leitura foi bem leve e rápida. Eu já tinha todos os personagens prontinhos na minha cabeça e o cenário também, então é muito mais fácil você acompanhar os acontecimentos e se familiarizar com tudo. Tá certo que eu já sabia de tudo o que iria acontecer, mas mesmo assim eu tive a sensação de que estava tendo novas experiencias, sem falar que os livros seeempre trazem mais coisas do que os filmes.

Nas partes mais de ação, eu lia escutando a música “Nightmare”, do Arshad, o que deixou tudo mais emocionante.

Eu achei o primeiro livro realmente muito bom, e soube que essa série prometia muita coisa. A forma com que o autor nos deixa sem saber das coisas, assim como os próprios personagem, é uma ótima jogada, pois isso estimula a nossa curiosidade, e faz com que queiramos que o livro se adiante para sabermos os segredos dessa história.

 

 

‘Prova de Fogo’ é o segundo livro dessa série, e continua tão bom quanto o primeiro. A gente acha que tudo vai ficar bem, e que os personagem estão finalmente a salvo, mas não… as aventuras do primeiro livro foram só o inicio de muitas coisas que ainda estão por vir.

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O segundo livro também me deixou bem animada. Thomas e os outros estão novamente em uma situação muito dificil, que vai decidir quem conseguirá sobreviver. Em um cenário diferente, eles terão que ser rápidos e inteligentes para viver mais um dia.

Temos novos personagens nessa continuação, o que pode agradar ou não agradar ao mesmo tempo. Eu, particularmente, gostei.

Ainda continuei sem saber muita coisa a respeito do motivo pelo qual os personagens estão passando por toda essa situação ( o autor não nos informa quase nada ), e isso deixa o livro ainda mais interessante, porque você quer descobrir o porque de todos esses acontecimentos.

…gente, e acontece cada coisa, que você fica puto de raiva, sério. Nunca sabemos em que podemos confiar de verdade.

 

 

O terceiro livro, ‘A Cura Mortal’, foi o livro mais calmo da série na minha opinião, e o mais chatinho também. Ele não traz toda a emoção que temos nos outros dois, e é meio tedioso.

Muitas coisas são esclarecidas, mas mesmo assim, nunca sabemos o suficiente. É muita gente envolvida.

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Não vou conseguir falar muita coisa desse livro porque fiquei nervosa, o Thomas é muito burro. hahaha, pois é gente. E o que mais frustou de certa forma foi o final. Não que eu não tenha gostado do que o autor fez, eu achei que foi ótimo e que era o mais certo de acontecer. Porém, tudo aconteceu muito, muito rápido, parece que o autor quis correr com tudo, tiveram coisas muito importantes que aconteceram e que passaram muito rápido, não tiveram o impacto nem o espaço que mereciam. A sensação que dá é de que o autor deu o final pra outra pessoas escrever. Super chato isso, mas ok.

 

 

O quarto livro, ‘Ordem de Extermínio’, foi uma experiencia diferente pra mim. Primeiro porque eu esperava uma coisa COMPLETAMENTE diferente desse livro, e o 1/4 da história eu não estava entendendo onde o James queria chegar.

( Vou deixar uma coisa bem clara, para que vocês não leiam com as mesmas expectativas que eu… esse livro não é uma continuação de ‘Cura Mortal’, e eu não fazia ideia disso. ‘Ordem de Extermínio’ é tipo um MEGA bônus desse mundo que o James criou. )

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Quando passei pro 2/4 ainda não entendia o objetivo do autor, mas comecei a me envolver com a história e minha leitura foi melhorando. E então, a partir do 3/4 eu estava adorando o livro, ele me mostrou tantas coisas, explicou tanto. Eu me senti realmente envolvida, e minha leitura se tornou mais rápida.

Esse livro nos dá uma visão muito boa sobre muitos dos segredos e coisas mal explicadas que estão presentes nos outros três livros, e isso me deixou muito satisfeita.

Não há duvida de que o autor desenvolveu uma visão futurística muito boa, achei tudo bem convincente e realista, e repleto de detalhes ( que podemos observar um pouquinho em cada um dos livros ).

O final me agradou muito, foi racional e emocional ao mesmo tempo, o que é o máximo, pois o autor fez um equilíbrio.

 

 

 

Por mais que eu não tenha gostado tanto do terceiro livro, e que fui com expectativas completamente erradas para o quarto,  acho essa série ótima, foi uma boa experiencia ter realizado essa leitura, e essa história vai ficar comigo pra sempre.

Quem gostou do filme, é super válido ler, de verdade.

 

…e é isso pessoal! Bom final de semana pra vocês!

A Herdeira, da Kiera Cass

Hey pessoas!

 

Hoje estou aqui para falar para vocês sobre o ultimo lançamento da série “A Seleção”, “A Herdeira”. 

Essa sem duvida era uma das leituras que eu mais queria realizar esse ano, então estava muito ansiosa.

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Nesse livro, vamos ver o que aconteceu depois do felizes para sempre. A história se passa 20 anos depois que a América participou da Seleção, mas agora temos a princesa Eadlyn como principal.

A princesa terá que passar pela mesma coisa que o pai, e escolher um entre 35 pretendentes para se casar, e não está nenhum pouco feliz com isso, ela nunca quis viver uma situação dessa, e está totalmente descrente de que irá viver um contos de fadas assim como seus pais.

 

Bom, primeiramente quero dizer que assim que li a ultima linha desse livro fiquei desesperada para ler o próximo. Já estou contando os dias para saber como a Kiera Cass vai dar continuação nessa história maravilhosa.

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Confesso que achei os três primeiros livros um pouco mais interessantes e com coisas um pouco mais relevantes do que esse, mas mesmo assim ele é muito bom.

 

Eadlyn é beeem diferente da nossa sempre querida América, e levei um tempo para me acostumar com o jeito dela, e até cheguei a não gostar da princesa, mas agora, na minha opinião, o jeito dela é completamente aceitável, tendo em vista o tipo de vida e educação que recebeu.

Nesse livro vamos ver A Seleção de outro lado, em um ponto de vista diferente.

Minha leitura foi bem rápida e suave, não teve taantos altos e baixos como nos livros anteriores, mas tem lá seus momentos, acredito que o próximo vai ter muita emoção.

 

Bom, sem duvida quem leu os três primeiros tem que ler o quarto. Não existe motivo para não ler, hahaha!

 

E é isso meus amores!

Essa foi a minha mais recente leitura e compartilhei aqui com vocês!

Espero que tenham gostado.. e se alguém aqui já leu o livro, comentem o que acharam, ok?

Especial John Green | #BEDA6

Hey pessoas!!

 

Estou aqui hoje, no sexto dia do BEDA pra falar sobre os livros do meu querido John Green!!. Vou comentar de cada um dos livros publicados do autor aqui pra vocês.

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Sei que muita gente não gosta dele, e que muita gente gosta, e eu sou uma daquelas que gosta, e quero tentar fazer quem não gosta dar um chance pra ele

 

O mais famoso e conhecido livro do John é “A Culpa é das Estrelas”, e essa foi a primeira obra que li do autor.

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Publicado em 2012, o livro é o sexto romance que John escreveu. A história é narrada por uma paciente com câncer de 16 anos de idade, chamada Hazel Grace, que é forçada por seus pais a participar de um grupo de apoio, o qual ela não quer comparecer, mas depois acaba aceitando, mesmo contra sua vontade. E então, nesse grupo de apoio acontecem coisas que vão tornar a vida da Hazel diferente.

Bom, eu li o livro faz um tempo já, se não me engano foi a pelo menos uns dois anos, mas me recordo de como me acostumei fácil com a escrita do autor e de como me envolvi rápido com a história. Esse é o meu livro favorito dele, eu chorei, ri, me encantei, vi uma realidade na qual não estou acostumada, que é o câncer e de como ele traz mudanças para a vida das pessoas, e afins. Ele é realmente muito bom, e eu o recomendo para todo mundo… quem soube sobre o livro na época em que o filme foi divulgado pode ter um certo preconceito e talz, o livro acabou virando “modinha” e muitas pessoas o criticam, mas pessoal, “A Culpa é das Estrelas” é muito bom, de verdade, leiam e tirem suas conclusões.

 

O segundo livro que li, e que está entre os meus favoritos, assim como “A Culpa é das Estrelas”, é a obra “Cidades de Papel”, que também recebeu uma adaptação cinematográfica.

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Esse é o quarto romance do John Green, e foi publicado em outubro de 2008.

Essa história vai falar sobre Quentin Jacobsen, que tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Eles então tem uma noite cheia de aventuras, e um novo dia se inicia, Quentin vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Eu lia esse livro já pensando em como seria o filme dele (e olha que eu nem tinha esperanças na época para que isso se tornasse realidade, eles não tinham nem falado da adaptação de “A culpa é das estrelas”), e eu achava o máximo as loucuras da Margo e as coisas que os outros personagem viveram no decorrer da história. Achei super ‘estilo americano de ter diversão’, e simplesmente me apaixonei pelo livro. E o John Green traz toda uma carga de pensamentos e interpretações da vida nessa obra, o que a deixa com um significado mais forte.

Mega recomendo “Cidades de Papel”!!

 

 

O terceiro livro que li foi “Quem é você, Alasca?” e gostei demais (e muita gente não gosta =/ ). Ele tem um pouco da pegada ‘vida estadunidense’, que acho super legal.

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No livro, Miles Halter vivia uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XVI, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama. E é ai que tudo começa.

Desde o começo do livro sabemos que algo vai acontecer, e gente, quando acontece você fica sem palavras. Acho que esse é um dos livros mais ‘pesado’ do John, porque trata de algo forte e real. Tenho uma amiga que disse que nunca leria de novo esse livro, mas eu faria uma releitura com certeza, acho a obra maravilhosa.

Haaa… e temos um monte de capas diferentes pra esse livro! Confiram!

 

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O quatro livro que li foi “Deixe a neve cair”, que tras três contos meio que natalinos, um do John Green, um da Maurren Johnson e um da Lauren Myracle. Bom, não tem muito o que dizer sobre as histórias, mas cada uma delas são contos de amor, com direito a armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. E provam que o amor verdadeiro pode acontecer quando e onde menos se espera.

O livro é bem de boa e tem suas partes engraçadas. Vale a pena ler, principalmente na época de Natal.

 

“O Teorema Katherine” foi o quinto livro na minha lista do John, e mesmo com muuuitas criticas negativas a respeito dele, eu li de qualquer jeito e olha, acho que é exagero do povo. O livro não é tão legal, mas não é algo a ser jogado fora. Ele fala sobre Colin, (que só namorou Katherines) que após seu mais recente e traumático pé na bunda, resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã (isso é um carro kkk), com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, com pura matemática, o desfecho de qualquer relacionamento.

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A unica parte que achei chata, e que todo mundo critica, é que o livro traz muitas explicações matemáticas, o que acaba deixando alguns trechos bem chatinhos e cansativos. Mas eu não desanimei por causa disso não, eu simplesmente não dava muita atenção para as partes de exatas, e curtia o resto.

 

E por ultimo, li “Will & Will”, livro do John com o David Levithan. Esse é um livro que aborda um tema um pouco mais diferenciado, fala sobre homosexualidade.

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No livro, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.

Essa obra foge um pouquinho do que estamos habituados a ler, ainda mais pelo livro ficar variando, sendo cada capitulo de um autor.

Will & Will, pra mim, foi uma ótima leitura e me trouxe uma nova visão. Não possuo qualquer tipo de preconceito com a homosexualidade, mas esse não é um assunto no qual estou acostumada entre as milhas leituras, e eu adorei ter tido essa experiência.

 

…e é isso gente! Todos os livros do John Green aqui pra vocês.

Espero que tenham gostado e que tenham vontade de conhecer essas obras. Quem já leu, dê a sua opinião nos comentários, e quem ainda não, pergunte o que quiser também.

 

Beijinhos… até a próxima!!

Saga Hush Hush, da Becca Fitzpatrick

Heey pessoas!

Em dezembro em eu finalizei a leitura da Saga Hush Hush, da autora Becca Fitzpatrick, e eu achei bem legal viu.

No começo eu não tinha muito interesse em ler essa história, mas minha irmã leu o primeiro livro e gostou bastante, e como a opinião dela vale muito pra mim (assim como a minha pra ela), eu decidi acrescentar essa saga na minha lista. E não me arrependi nenhum pouco.

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A história vai falar sobre Nora.  Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até ela conhecer Patch, seu novo colega (super gato por sinal) na aula de biologia. Patch parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada.

 

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De todos os quatro livros, o que eu mais gostei foi o primeiro, “Sussuro”, mesmo tendo encontrado muito ‘defeitos’ nele. Nessa primeira parte, dá pra notar uma série de falhas da autora, uma delas, e a que mais notei, foi a mudança de humor e de acontecimentos repentinos na história, por exemplo, em um momento a protagonista estava morrendo de medo, toda desconfiada, e em menos de duas linhas ela já tinha mudado, estava completamente a vontade, sem grandes preocupações. E também se nota que algumas passagens não ficam muito claras, e você meio que pensa “Ta, não entendi direito como isso foi acontecer, mas ok”. Mas mesmo com eles pequenos erros, que dão uma sensação de inexperiência da autora e que algumas partes não foram bem elaboradas, o livro é completamente envolvente, eu o devorei em três dias, simplesmente o lia o tempo todo.

Bom, corri pra ler o segundo, “Crescendo”, e na seqüencia dele o terceiro, “Silêncio”. Li cada um em dois, três dias, no mesmo ritmo que li o primeiro. Eu corria, curiosa pra saber o que iria acontecer na história, comecei a achar a Vee bem chata (a amiga da Nora), e duvidei várias vezes sobre o que o Patch realmente era, de que lado ele estava, se mentia ou não, e isso me deixava doida. E aquelas falhas que encontrei no primeiro livro foram sumindo (ou talvez eu tenha me acostumado com elas, vai saber)

E depois de um tempinho ai, porque minha irmã queria ler o ultimo livro primeiro, li “Finale”. Eu gostei bastante, mas eu esperava muuuito mais dele, uma pela estrutura que a autora criou, e outra por na própria história os personagens estarem ansiando tanto para um acontecimento, e ele não foi nada de mais. Eu esperava muita mais confusão, algo muito maior.

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Com todos os defeitos encontrados, e não gostar de uma parte ou outra, a saga é realmente muito boa. E o Patch é sem duvida um dos personagens que mais gosto na vida, um dos best! Ele é um tipo de mistura de tudo o que há de bom hahaha!!! Impossível ler esses livros e não ama-lo.

Então eu recomendo essa leitura pra vocês, obviamente, desde que não se importem com alguns ‘erros’ aqui e ali.

 

 

Por hoje é isso gente, espero que tenham gostado.

Até a próxima….beijinhos!!!